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Entendendo e prevenindo a obesidade infantil: dicas e tratamentos

Jornadas da Vida - Bebê a Bordo Por Jornadas da Vida – Bebê a Bordo
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ícone de calendário indicando a data da publicação​ Criado em 23/02/2024 | Atualizado em 16/02/2024

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A obesidade infantil é uma preocupação crescente em todo o mundo, afetando a saúde e o bem-estar de milhões de crianças.

No Brasil, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 33% das crianças com idades entre cinco e nove anos apresentam excesso de peso.

Neste artigo, vamos explorar como evitar a obesidade infantil, quais são os tratamentos disponíveis e quais as consequências desse problema de saúde.

Como evitar a obesidade infantil:

Para prevenir a obesidade infantil, é fundamental promover hábitos saudáveis desde cedo. Incentivar uma alimentação equilibrada, rica em frutas, vegetais e alimentos integrais, e limitar o consumo de alimentos ultraprocessados e ricos em açúcar e gordura são medidas essenciais.

Além disso, a prática regular de atividades físicas e a limitação do tempo de tela também são importantes para prevenir a obesidade infantil.

Qual o tratamento para a obesidade infantil?

O tratamento envolve uma abordagem multidisciplinar, que inclui mudanças na dieta, aumento da atividade física e apoio psicológico, quando necessário.

É importante trabalhar em conjunto com profissionais de saúde, como pediatras, nutricionistas e educadores físicos, para desenvolver um plano de tratamento individualizado para cada criança.

Em casos mais graves, pode ser necessário o uso de medicamentos ou intervenções cirúrgicas, sempre sob orientação médica.

Quais as consequências da obesidade infantil?

Assim como a obesidade é uma doença que pode comprometer a qualidade de vida do adulto, na criança os riscos são os mesmos. A diferença — e o que faz da obesidade infantil soar o alarme da saúde pública — é que o maior tempo de exposição ao excesso de gordura poderá desencadear doenças crônicas mais cedo, reduzindo a expectativa de vida do indivíduo.

Entre os riscos da obesidade infantil, tanto a curto quanto a longo prazo, destacam-se:

  • Obesidade mórbida na fase adulta;
  • Doenças respiratórias, como asma e apneia do sono;
  • Problemas ortopédicos, como desvios na coluna ou dores nos joelhos;
  • Desconforto nas articulações devido ao excesso de peso;
  • Disfunções hepáticas decorrentes do acúmulo de gordura no fígado;
  • Elevação dos níveis de colesterol no sangue;
  • Risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2;
  • Hipertensão arterial, que pode levar a complicações cardiovasculares;
  • Distúrbios metabólicos, afetando o equilíbrio do organismo;
  • Aparecimento de acne devido às alterações hormonais;
  • Assaduras e dermatites devido ao atrito constante da pele;
  • Enxaquecas frequentes, relacionadas às alterações no metabolismo e circulação.

Definitivamente esses riscos destacam a importância de prevenir e tratar de forma eficaz, visando a saúde e o bem-estar das crianças.

Além disso, a obesidade infantil também pode afetar o desenvolvimento físico e social da criança, prejudicando sua qualidade de vida a longo prazo.

Portanto, a obesidade infantil é um problema de saúde pública que requer atenção e ação imediata. Ao adotar hábitos saudáveis desde cedo e buscar tratamento adequado quando necessário, podemos ajudar nossas crianças a crescerem saudáveis e felizes.

Contudo, se você está preocupado com o peso de seu filho, não hesite em procurar ajuda de profissionais de saúde qualificados.

Vamos aplicar na prática?

Portanto, se você já quer colocar tudo isso em prática, que tal encontrar receitas saudáveis e deliciosas para suas crianças?

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Certamente, juntos, podemos nos prevenir e combater a obesidade infantil, garantindo assim um futuro mais saudável para as crianças.