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Alimentação na gravidez: descubra os alimentos mais indicados e quais evitar

Jornadas da Vida - Bebê a Bordo Por Jornadas da Vida – Bebê a Bordo
ícone de relógio indicando o tempo de leitura​ 7 min de Leitura
ícone de calendário indicando a data da publicação​ Criado em 24/02/2023 | Atualizado em 24/02/2023

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Para o bebê nascer saudável, a alimentação na gravidez é de suma importância. Ao contrário do que muitos pensam, não é necessário aumentar a quantidade de alimentos ingeridos, pois isso pode fazer a mãe ganhar muito peso na gestação.

Dito isso, o importante é a mãe estar atenta à quantidade de calorias dos alimentos, bem como se eles foram preparados com o devido cuidado. É preciso encontrar uma dieta balanceada que supra as necessidades da mãe e do bebê.

Por isso, a seguir, vamos mostrar o que a gestante pode ou não comer, para que esse período seja benéfico par ambos. Continue a leitura até o final e saiba mais!

Cuidados com a alimentação na gravidez

alimentação na gravidez

Primeiramente, vamos conhecer aquilo que a gestante pode comer. Como falado no início, é desnecessário aumentar a quantidade de alimentos ingeridos, visto que escolhas bem pensadas darão a energia e os nutrientes necessários à mãe e ao bebê.

Leite e derivados

Iniciando a lista, podemos citar os derivados do leite, incluindo o queijo e o iogurte, bem como o leite, de preferência desnatado. Além do cálcio, o bebê acaba obtendo outros nutrientes importantes, como zinco, proteínas e vitamina D a partir de leite e derivados.

Importante destacar que o zinco contribui para a construção de órgãos e sistemas muito relevantes do corpo do ser humano, como o circulatório e o nervoso.

Frutas e grãos integrais

Frutas são boas fontes de fibras e outros nutrientes, além de darem à mãe a sensação de saciedade. Algumas das opções mais recomendadas para as gestantes são:

  • banana;
  • laranja
  • pera;
  • mamão;
  • melancia;
  • melão;
  • uva;
  • maçã;
  • manga.

Grãos integrais são fontes de fibras, carboidratos e gorduras saudáveis. Assim como as frutas, ajudam a grávida a ter saciedade, de modo que ela tenha menos vontade de comer alimentos calóricos ou que venham a prejudicar sua saúde. Também são úteis no controle da pressão arterial, glicemia e triglicerídeos.

Proteínas e vegetais

Carnes bovinas, de aves e de peixes são bem-vindas na dieta da gestante. O consumo de ovos também é importante porque é um dos alimentos mais completos.

Sobre os peixes, é importante a gestante se nutrir do ômega 3, uma gordura do bem que ajuda a reduzir o risco de depressão pós-parto. E os peixes são uma excelente fonte desse nutriente. Algumas opções de consumo são a sardinha, a cavalinha, o salmão e o atum.

Falando agora dos vegetais, eles são fundamentais na dieta da grávida e nutrição do bebê. Consumindo esses alimentos, a mãe obtém sais minerais e vitaminas, bem como contribui para a criança se desenvolver bem.

Além disso, vegetais são ricos em fibras, sendo importantes na regulação do intestino da gestante, ajudando também no controle de peso da mãe. Alguns vegetais importantes nesse sentido são cenoura, beterraba, brócolis, tomate e couve-flor.

O que a gestante não pode comer

Além de ficar atenta ao que deve ser consumido, a gestante precisar ter uma atenção redobrada na forma de preparo dessas refeições.

Carnes e laticínios são fundamentais em uma dieta balanceada, mas o seu consumo de maneira equivocada pode colocar em risco a saúde da mãe e do bebê. Carnes mal passadas são passíveis de conter bactérias nocivas, assim como o leite pode apresentar riscos se não for pasteurizado, por exemplo.

Peixes e moluscos crus também devem ser evitados. O motivo é a possível existência de Toxoplasma, um parasita que pode causar uma doença chamada toxoplasmose.

É de suma importância ficar atenta a esses riscos e manter um acompanhamento que possibilite um eventual diagnóstico acelerado, pois essa condições pode acarretar em problemas graves na gestante, como convulsões, cegueira e problemas mais severos.

Outros alimentos passíveis de causar problemas à mãe e, consequentemente, ao bebê, são:

  • queijos pastosos, por conta da existência de uma bactéria nociva chamada Listeria;
  • ovos pouco cozidos ou com gema mole podem indicar a existência de Salmonella;
  • álcool;
  • frios e salsichas, também por causa da bactéria Listeria.

Principalmente para quem é mãe de primeira viagem, todo o cuidado é pouco. Mas quem está no segundo filho, por exemplo, tem uma experiência maior e pensa com mais assertividade nas melhores escolhas para os pequenos e, inclusive, pode já ter algum interesse em ter uma previdência privada infantil.

Importância da alimentação

O que a mãe come hoje pode ser determinante na saúde do filho, tanto na infância e adolescência quanto na vida adulta.

Portanto, pensar a longo prazo é projetar o futuro dos filhos e garantir o melhor para eles, sendo fundamental seguir uma dieta balanceada, acompanhada, na medida do possível, pela atividade física e de boas noites de sono.

3 vitaminas que ajudam na gestação e lactação

Uma alimentação rica em certas vitaminas pode diminuir muito o risco de a gestante e o bebê terem doenças. Confira, a seguir, algumas das principais!

Vitamina B6

Em relação à mãe, a vitamina B6 (ou piridoxina) ajuda a diminuir enjoos. Sobre o bebê, a substância contribui para a sua boa formação, evitando anomalias.

Alguns alimentos indicados para a obtenção dessa vitamina são o frango, o ovo, a banana e o gérmen de trigo. Lembrando que também é possível obter vitaminas B6 por meio de suplementação.

Por isso, é importante ter um acompanhamento profissional adequado durante a gestação, visando identificar eventuais deficiências e formas de resolução dessas questões

Vitamina C

Existe uma correlação entre a deficiência de vitamina C no corpo da mãe e problemas que podem afetar diretamente o bebê.

Além disso, a substância tem relação com o crescimento dos ossos do feto, além de contribuir na melhor absorção do ferro. É possível encontrar vitamina C na laranja, no limão, no suco de acerola e no morango, por exemplo.

Vitamina D

A vitamina D está diretamente relacionada com a imunidade do organismo e, por consequência, à prevenção de várias doenças.

Além disso, a grávida que não consome essa substância nas quantidades adequadas tem mais riscos de ter diabete gestacional e parto prematuro, por exemplo.

Ao contrário das outras substâncias, a melhor forma de adquirir a vitamina D não é pela alimentação, mas sim se expondo ao sol.

Cerca de 15 minutos de exposição ao dia podem já ser suficientes para o corpo da grávida ativar a vitamina D, porém, usando a devida proteção a fim de evitar danos causados pelos raios solares mais intensos. Por isso, use sempre protetor solar.

Alguns alimentos que também podem ser consumidos para manter os níveis adequados da substância no organismo são leite, carne, ovo e peixe.

Benefícios da alimentação balanceada na gestação

Com base em tudo que foi visto, os principais ganhos que a mãe e o bebê podem obter com uma alimentação saudável são:

  • melhor imunidade;
  • formação e desenvolvimento ósseo saudável do bebê;
  • menor risco de problemas como parto prematuro, aborto espontâneo ou bebê natimorto.

Como visto, a alimentação na gravidez é de suma importância para a gestante e o bebê se nutrirem de modo adequado, evitando doenças e outros problemas. Vale enfatizar que um alimento específico pode ser recomendado ou não, dependendo da forma de preparo e cozimento, em especial leites, carnes, ovos e peixes.

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